O controlo de doenças é um problema complexo, que exige o conhecimento não só da biologia da doença, mas também de muitos outros factores, como imunidade da população, condições de vida, políticas públicas ou comportamento humano. A integração desta informação de uma forma útil não é trivial. Por isso, desenvolvemos novos métodos e abordagens, combinando teoria, computação e ciências experimentais.
Por exemplo, se antes de irem ao médico muitas pessoas perguntarem ao Dr. Google o que se passa com elas, podemos utilizar as alterações nos padrões de pesquisa para detectar surtos e melhorar os sistemas de vigilância.
Utilizamos diferentes fontes de dados (desde inquéritos tradicionais a "big data") e combinamos métodos (modelação matemática, aprendizagem automática e outros) para extrair padrões de comportamento consistentes. Apesar da natureza complexa deste tipo de investigação, esforçamo-nos por fazer previsões que possam ser úteis para decisores e para a sociedade.